Faça uma auto-análise. Reflicta sobre os seguintes pontos:
Interesses
O que gosta de fazer para se sentir realizado?
Gosta mais de desenvolver o trabalho sozinho, em gabinete, em investigação, ou prefere um trabalho que envolva sair, desenvolver contactos, gerir pessoas, actividades comerciais...?
Que tipo de trabalho gostaria de ter (cargo, função, área)?
Para desempenhar bem uma função, deve ter gosto em executá-la.
Características pessoais
Quais as suas características de personalidade, os seus aspectos positivos e negativos?
Conhecimentos
Qual é sua formação base?
Que cursos de formação complementar frequentou?
Como e em que contextos adquiriu conhecimentos importantes?
Faça um Balanço de Competências. Analise as suas competências gerais e específicas:
Competências
Ser competente significa saber agir num contexto particular, tendo em conta vários condicionalismos e mobilizando os recursos adequados e disponíveis.
É possível distinguir dois tipos de competências: genéricas e especificas
As competências genéricas ou transversais são capacidades de base, globais e duradouras, intimamente ligadas à noção de empregabilidade, tais como:
- capacidade de adaptação
- capacidade de reflexão
- flexibilidade
- iniciativa
- autonomia
- responsabilidade
- comunicação
Num contexto onde “a constância é a mudança”, o desenvolvimento de competências genéricas pode constituir um dos principais factores que concorrem para aumentar o grau de empregabilidade.
Estas competências desenvolvidas, muitas vezes, fora do âmbito profissional (no contexto familiar, social, associativo, de tempos livres, de voluntariado, etc.) podem transferir-se para numerosos sectores profissionais.
Saber utilizar essas competências, em diferentes e novas situações profissionais, pode constituir a única alternativa para a concretização de um projecto profissional.
As competências específicas dizem respeito aos conhecimentos e saberes em domínios muito especializados, raramente aplicáveis e transferíveis para outros.